Nunca pensei que os "olhos do meu coração, no dizer de S. Paulo, revelassem pormenores por mim julgados completamente esquecidos...
Quinta-feira, 20.11.08

 

Queridos netos:

 

No seguimento das cartas que vos enviei sobre a nossa memorável viagem à Terra Santa, aqui vos apresento mais algumas fotografias das cerca de 500 que tirámos lá ....

 

Beijinhos dos Vóvós.

                                  A Avó em Jaffa

                  O nosso incansável e culto Guia de Israel

                  Igreja da Anunciação em Nazaré (Palestina)

                          Vitrais da Igeja da Anunciação

        Tomando táxis de 8 lugares para subir ao Monte Tabor

                    Os Avós na Igreja do Primado

 

            A Vóvó junto ao Muro das Lamentações em Jerusalém

Com uma amiga e companheira de viagem (ver "Um reencontro inesperado)

                                       O Vôvô frente ao Parlamento Israelita

       As lamas medicinais do Mar-morto (Foto tirada da Net)

           Boiando nas águas super salgadas do Mar-morto (Foto Net)

            Mar-Morto - Vóvó bebendo uma Coca-Cola em hebraico

        Palestina -  Vóvó negociando a compra de um colar

 

O "Pai-Nosso" em português e o Certificado de Peregrinação da Vóvó

 

 

   O Vôvô descansando na entrada do grande monumento

 

       A Vóvó fazendo o mesmo: o cansaço era muito...

 

 

                       Vóvó junto de um Guarda Jordano

 

 

 

 

 

 

 

                 

 

     O nosso hotel em Petra (Hotel Taybet Zaman de cinco estrelas)

             A nossa casa no Hotel Taybet (casa nº 612)

               O nosso quarto de dormir na casa 612

 

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Domingo, 16.11.08

Meus queridos netos:


Vou finalmente falar-vos do impressionante Museu do Holocausto: desenhado por um célebre arquitecto judeu, Moshe Safdie, o novo Museu do Holocausto foi inaugurado em 2005, demorou 10 anos a construir e custou 40 milhões de dólares americanos, sendo,  entre muitos outros, o maior Museu do Holocausto do Mundo. O seu arquitecto declarou que a estrutura do edifício, todo em betão, quer ser «a memória dum passado sombrio mas também duma esperança de renovação e de vitória da vida». Tem a forma dum prisma triangular que penetra na montanha, abrindo, à entrada e à saída, para o espaço aberto.


A forma de prisma triangular foi escolhida para suportar a pressão da terra sobre o tecto de vidro de 200m. que traz a luz para o interior. Essa luz contrasta com as áreas escuras, requeridas para as apresentações multimédia que se multiplicam ao longo das galerias, onde a luz penetra por clarabóias, quando as exposições o exigem. Ao longo do prisma, a secção triangular, em cruz, vai-se tornando mais estreita até ao centro, o que dá a ilusão de estarmos a descer profundamente na montanha. As galerias conduzem o visitante por um percurso sinuoso, ordenado cronologicamente, numa narrativa com princípio, meio e fim e que põe em relevo histórias individuais dentro dessa narrativa.

 

Em pequenas salas desencontradas, abertas para o corredor central e no próprio corredor encontram-se documentos da época, cartazes, fotografias, objectos de carácter pessoal, alguns artísticos, apreendidos pelos nazis, escritos semi-queimados, um nunca acabar de testemunhos reunidos por Yad Vashem, ao longo dos cinquenta anos da sua vida. O corredor é essencialmente dedicado a mostrar esses objectos e à projecção, através de mais de cem aparelhos de TV, de acontecimentos fundamentais daquele período, por exemplo, invasões de países pelos nazis e testemunhos pessoais contados pelas vítimas.


A visita termina pela Sala dos Nomes, uma imensa cúpula recoberta por milhares de fotografias das vítimas; nomes e dados biográficos estão expostos em volta da sala.


A seguir entra-se no Átrio da Memória: no chão vêem-se os nomes, em letras de bronze, dos campos de concentração e uma chama votiva que ilumina a cripta, onde estão as cinzas de algumas vítimas. É um ambiente muito dramático, que é aliviado, à saída, por uma fantástica vista de Jerusalém.


Mas em breve voltamos a ingressar no horror, ao visitar o Memorial da Criança, que recorda o milhão e meio de crianças vítimas do Holocausto. Entra-se pelas ruínas duma construção em betão, encimada por inúmeros ferros truncados, como truncadas foram as vidas daquelas crianças. Deparamos, em seguida, com uma escultura em mármore do rosto duma criança: é o pequeno Uziel, cujos pais, os Spiegel, financiaram todo este comovente monumento.


Depois, abre-se diante de nós um imenso corredor, em completa escuridão, quebrada por milhares de pequenas luzes, que, multiplicadas nas paredes totalmente espelhadas, são um fantástico céu de pequenas almas inocentes. E, enquanto percorríamos o longo e escuro corredor, ouvíamos pronunciar, lentamente e com a maior gravidade, os nomes e as idades das crianças, bem como o dos campos de concentração onde morreram. Quando saí, reparei num interessante grupo escultórico, em bronze: trata-se do Memorial de Janusz Korczac, um pedagogo polaco que, corajosamente se dedicou a salvar as vidas de muitas crianças órfãs. Quando os nazis as vieram buscar, Korczac negou-se a deixá-las partir sem ele, tendo sido todos levados para um «campo de trabalho», do qual nunca mais regressaram.


A nossa viagem terminou por uma visita ao Mini-Israel, uma espécie de Portugal dos Pequeninos, mas tudo em ponto ainda mais pequeno, situado na estrada em direcção a Tel Aviv.Neste parque de diversões, onde jantámos antes de seguir para o Aeroporto  Ben Gurion daquela cidade, encontrámos representados quase todos os pontos de interesse da nossa viagem em Israel que, apesar de muito cansativa, nos deixou recordações verdadeiramente inesquecíveis.
 

                             Átrio da Memória

            O Vôvô contemplando o Átrio da Memória

                         (Obrigado a usar um solidéu)

             Na entrada para o Memorial da Criança

                    Um aspecto do "Mini Israel"

   Entrada para a zona palestiniana no muro separador

 

Cabe aqui dizer que esta viagem foi organizada pelo INATEL, tendo tudo corrido na maior perfeição. Foram cinco Hotéis muito bem escolhidos, de quatro estrelas e um de cinco. Tanto o autocarro de Israel como o da Jordânia eram belíssimos e os motoristas muito hábeis e conhecedores dos complicados percursos. Uma citação elogiosa para a Guia que nos acompanhou desde Lisboa, a Maria João, muito competente e dinâmica. Por último um elogio muito especial para o Guia israelita, um verdadeiro senhor, falando um português correctíssimo e que, não sendo cristão, demonstrou um elevado conhecimento do Novo Testamento, da vida de Cristo, do seu tempo e dos locais por onde andou. O mesmo não poderei dizer do Guia jordano, muito "trapalhão" e falando um castelhano quase ininteligível.

 

 

Uf! Beijinhos dos Vóvós, com muita ternura.
 

 

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Quinta-feira, 13.11.08

 Meus queridos netos:


Retomo «o fio à meada», pois ainda me falta referir a emocionante visita ao INSTITUTO YAD VASHEM, vasto complexo de edifícios e sítios em memória dos Mártires e Heróis do Holocausto, criado em l953, por determinação do Knesset e localizado no agora denominado Monte da Memória. É um vasto complexo que demora muitas horas a visitar e é composto por:


- Um Arquivo, com 68 milhões de páginas e mais de 300.000 fotografias,
- A Biblioteca, com 112.000 títulos e também milhares de periódicos em diferentes línguas;
- A Parede dos Nomes – lápides simbólicas que recordam o nome e alguns dados biográficos de milhares de vítimas do Holocausto;
- A Escola Internacional, com 27 salas de aula, um centro multimédia, um centro pedagógico, um auditório e que é frequentado anualmente por mais de 187.000 estudantes de Israel, integrado por mais de 100 educadores, sem contar com os milhares de professores que vêm de todo o mundo para ministrarem cursos e fazerem conferências em várias línguas, e também em hebraico, naturalmente;
- O Instituto de Investigação, que coordena as pesquisas a nível nacional e internacional e publica importantes trabalhos sobre o Holocausto;
- O Memorial da Criança, em memória do meio milhão de crianças vítimas dos nazis e de que falarei mais detalhadamente;
- O Vale das Comunidades, paredes de rocha maciça onde estão gravados os nomes das comunidades judaicas que foram eliminadas e de algumas, poucas, que sobreviveram ao sofrimento;
- A Avenida do Jardim, em homenagem às nações não judias que acolheram refugiados judeus ou, através de algum cidadão seu, salvaram muitos judeus, arriscando a própria vida. Este Jardim tem cerca de 2.000 árvores, junto das quais se encontram placas com o nome e nacionalidade desses heróis, como sucede com o nosso compatriota Aristides de Sousa Mendes.


Mas, perguntareis vós, que não vivestes neste terrível período da História da Humanidade: afinal o que foi o Holocausto? Com a subida ao poder de Adolfo Hitler (aliás por via democrática) e com a sua ideologia da raça alemã, sadia e superior, destinada a dominar o Mundo, começaram a surgir as políticas anti-judaicas. A invasão da Polónia, em 1939, marcou o começo da guerra e o incremento das perseguições aos judeus, que foram espoliados dos seus bens, obrigados a usar, cosida no vestuário, uma estrela de David para serem mais facilmente identificados e levados para Campos de concentração onde, separados das famílias, eram submetidos a trabalhos forçados e exterminados nas câmaras de gás. Houve seis milhões de mortos e raros sobreviventes em memória dos quais foi criado este Instituto, de que não pudemos visitar todos os edifícios e lugares. Centrámo-nos principalmente no Museu do Holocausto, no Memorial da Criança e no Jardim dos Heróis, de que falarei na próxima carta.


Beijinhos dos Vóvós

 

          Homenagem a Aristides de Sousa Mendes

 

                        A Galeria dos Nomes

 

 O Vôvô junto ao muro das lamentações (obigatório cobrir a cabeça)

publicado por clay às 01:20 | link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 07.11.08


Meus queridos netos:


Depois de toda esta já longa viagem, encontramo-nos agora num dos numerosos bazares, frequentemente bares ou restaurantes e lojas de artigos típicos (aqui há principalmente tapetes e louças) para descansarmos um pouco antes de nos abalançarmos à estrada que nos conduzirá à cidade arqueológica de Petra, que dista 255 kms de Amman e que é a «jóia da coroa» da Jordânia e considerada uma das maravilhas da Humanidade, embora, dada a sua localização no fundo de gargantas alterosas, tenha permanecido esquecida praticamente até aos princípios do século XIX


Pelo caminho fomos vendo, no alto dos montes, castelos em ruínas ou restaurados, do tempo dos Cruzados. E, a certa altura, tivemos de deixar o autocarro e continuar, pelo Siq (desfiladeiro), a pé, ou, como foi o nosso caso, numa desengonçada carroça puxada por um esquelético cavalo cujas correrias e saltos quase nos desconjuntavam, até chegarmos, finalmente, ao Largo do Tesouro, onde se encontra a célebre e magnífica porta que é o «ex-libris» da cidade.


Petra foi construída, toda talhada na rocha vermelha, pelos nabateus durante os sécs. 2º a 5º A. C., tendo sofrido múltiplas invasões e influências até ao ano 106 D. C., em que foi conquistada pelo imperador Trajano, que também aí deixou muitas marcas da civilização romana: uma calçada com seis m. de largura, arcos, colunas, um anfiteatro.


A visita, de l,5 kms. a pé, começou, como não podia deixar de ser, pelo Tesouro, a famosa porta (ainda mais famosa depois de aí ter sido filmado Indiana Jones e o segredo da Caveira), seguindo pela Rua das Fachadas, onde há impressionantes restos de palácios e túmulos escavados na rocha. No final desta rua aparece mais um grupo de casas e grutas bem como um anfiteatro, construído durante o reinado de Aretas IV, (8 a 40 D. C.) mas que também não escapou à influência romana. Tem 33 filas de degraus cavados na rocha e capacidade para 7.000 espectadores. É impossível admirar detalhadamente, num só dia, toda a fantástica obra do homem gravada no arenito vermelho de Petra. De cabeça erguida e olhos atentos, vão-nos deslumbrando palácios, casas ricas, templos, túmulos, tudo encastrado na pedra, numa sucessão de beleza indescritível. Há ainda um mosteiro no mesmo estilo das restantes construções, mas só quatro dos nossos companheiros mais jovens se atreveram a galgar os 900 degraus, ver a deslumbrante cúpula a que dão o nome de Urna do Mosteiro e admirar a vasta e grandiosa paisagem.


Almoçámos (mal) num restaurante com serviço de «cattering» do Crown Plaza Hotel e regressámos pelo mesmo caminho, de novo a pé (embora também se pudesse utilizar um burro ou um camelo), até ao largo do Tesouro, onde nos veio buscar a nossa carroça. Por toda a parte enxameavam miúdos vivaços a quererem vender postais ou colares, alguns, diziam eles, de osso de camelo mas que talvez fossem de plástico. O Vôvô achou curioso o facto de eles descobrirem imediatamente, no meio da multidão, que éramos europeus, por nos abordarem gritando: um euro, um euro, enquanto estendiam os colares. Contou-me que um garoto lhe citou o nome do nosso futebolista Ronaldo ao descobrir que ele era português!


No regresso visitámos Mádaba, onde, no chão da Igreja grego-ortodoxa de S. Jorge, admirámos o primeiro mapa de Israel. Mádaba é a cidade dos mosaicos, herança dos bizantinos e a Igreja de S. Jorge é um autêntico museu de lindíssimos ícones que ilustram esta antiquíssima arte.


Não podíamos deixar a Jordânia sem passar pelo Monte Nebo, onde, ao fim de quarenta anos de viagem, Moisés morreu, sem ter realizado o seu sonho de alcançar Israel, a Terra Prometida. Visitado pelo Papa João Paulo II no ano MM , ergue-se na vasta esplanada com vista para Israel uma Cruz formada por uma serpente de bronze, a lembrar uma das graças feitas por Deus a Moisés. No local há ainda uma igreja e um museu.


Do Monte Nebo descemos por uma estrada íngreme e sinuosa, cheia de curvas apertadíssimas, para o Mar Morto, a 420 m. abaixo do nível do Mar e com 40% de sal, o que dá às suas águas e lamas virtudes curativas e permite ler um jornal deitado tranquilamente sobre as águas, como se dum sofá se tratasse. Eu fiquei-me pela beirinha, onde mergulhei os pés que ficaram todos negros como breu enquanto me divertia a ver algumas pessoas mascarradas, como se fosse Carnaval.


Fomos dormir a um «resort» de luxo, em Petra, muito original e confortável mas com tantos meandros que, depois do jantar, nos «vimos gregos» para encontrar a nossa casa, o 612 do Hotel Taybet Zaman, de cinco estrelas, e que foi reconstruido no que havia sido, no passado, uma estrebaria de camelos!


No dia seguinte, fomos então para Jerusalém, onde ficámos também muito bem instalados no Hotel Grand Court.


E ainda me falta falar de …


Beijinhos dos Vóvós.

 

 

                                Na carroça do cavalinho aos saltos!

          No largo do Tesouro            A nossa casa no Hotel Taybet Zamam *****

                   Uma rua do labiríntico Hotel Taybel Zamam, em PETRA

publicado por clay às 10:01 | link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 04.11.08


Meus queridos netos:


A meio da nossa estada em Israel (de 23 a 25), partimos para a Jordânia. Na fronteira, repetiram-se as formalidades com os passaportes, o que levou o seu tempo. Não posso deixar de confessar o desconforto que senti ao ver, logo junto à fronteira e em contraste com a realidade de Israel, o lixo por toda a parte, as casas quase todas por acabar com os ferros de suporte à vista (aqui disseram-nos que era na previsão do aumento da família, que é alargada; no Egipto, onde o mesmo se verifica, que se tratava de iludir o fisco, pois os impostos só eram cobrados depois de terminada a casa). Todas as mulheres, nas pequenas e desarrumadas aldeias, vestiam roupas pretas e usavam um lenço da mesma cor e os homens é que usavam roupas claras.


Seguimos para Gerash, uma antiga povoação cujo ponto de maior interesse são as majestosas ruínas romanas que ficam na proximidade da actual cidade. Além das extensas muralhas, onde se destaca o imponente Arco de Constantino por onde se entra no sítio arqueológico, há ainda um anfiteatro notável pela sua arquitectura, amplidão e conservação, o Fórum, uma extensa praça redonda com chão de laje e de que ainda resta uma magnífica colunata com algumas dezenas de altos e elegantes pilares, o Nymphaeum com numerosos capitéis coríntios e muitas outras maravilhas que, infelizmente, não fomos admirar de perto. porque a visita se realizou entre as12h e 30m e as 14h, com um calor abrasador e o piso era mau. Ficámo-nos, com alguns companheiros, no fresquinho dum restaurante onde depois almoçámos.


E partimos, a caminho de Amman passando por terrenos montanhosos e estéreis e alguns vales cultivados onde crescem oliveiras, romãzeiras, pinheiros baixos e ciprestes. A meio caminho de Amman entrámos numa estrada alcatroada, com seis faixas, quase sempre separadas por árvores.


Em 1968, muitos palestinianos vieram para Amman e a cidade transformou-se numa importante metrópole, com bastantes arranha-céus e um bairro muito rico, perto do nosso Hotel, o Al Fanar. Neste bairro luxuoso encontra-se a embaixada americana, que é expressamente proibido fotografar. Vimos, hasteada, a mais alta bandeira do mundo (50m de altura) e muitas parabólicas até nos bairros pobres. Amman tem um grande centro oncológico: o Centro Oncológico da rainha Alia. Tem um grande Museu em construção, ruínas romanas entre as quais as dum imenso anfiteatro e amplas avenidas. Mas a Baixa, por onde entrámos na cidade, é um autêntico bazar, com ruas cheias de comércio e multidões a acotovelarem-se. É aí que se encontra a mais antiga mesquita da cidade, com a sua esplendorosa cúpula azul e os seus elegantes minaretes.


E agora sim, vamos a Petra pelo deserto sólido (há também o de areia e o basáltico). No deserto de areia,  a 230 kms a sul de Amman, há muita água subterrânea. Aqui, neste que estamos a atravessar, vêem-se frequentemente tubos de plástico que, de poços por vezes distantes, trazem a água com que abastecem uma ou outra casa isolada, com bom aspecto e semi-escondida por árvores, criando autêntico oásis.


E Petra ainda tão longe… Bem tem de ficar para mais uma carta.


Beijinhos dos Vóvós e até já.

 

     JORDÂNIA - Preparativos para seguir para PETRA

 

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